Na Boba


19/11/2008 13:51

Porque eu não sou obrigado


Ou sou? A que? Quem sou eu?


enviada por Bibion



08/11/2007 16:22

SACO-MUSCULOCUTÂNEO-QUE-CONTÉM-OS-TESTÍCULOS-E-OS-EPIDÍDIMOS-ISMO

Ah, sabe o que eu acho? ACHO, sim, ACHO que escrever sobre amor não tá com nada. Porra, vá praticá-lo, agora. Já ! Vá mentalizar o desapego, o cor-de-rosa, vá abraçar o capeta, levar perfume em hospital, distribuir flores em construção civil, pão em praça pública, fotografar deficientes físicos (e mentais também, porque não?), fazer sexo no trabalho, tomar chá de cogumelo, nadar de calça jeans, nadar pelado, discutir política no ônibus, conversar com velhinhos (que não sejam os seus), abraçar pedintes, ridicularizar burocratas, ignorar subcelebridades. Isso é amor....talvez. Até porque esse é um assunto muito amplo.

Deixemos o rococó de lado. Chega de romantismo e lágrimas. Claro, há espaço para todos, afinal, o planeta é enoooorme. Mas, porra, o romantismo é um estilo de época. Um estilo. Um. Apenas um. Existem tantos. E o Naturalismo? E o realismo? O surrealismo? Xamanismo? O alpinismo (social, também, oras)? O escrotismo, minha gente? Esse último infecta, cuidado! É um estilo aépico, mais como um vírus que rola solto por aí. O mais interessante é quando nos surpreendemos com o escrotismo presente no romantismo alheio. Pessoas românticus, poéticus, verdadeirus mestres da eloqüência digital contemporânea são surpreendentes. Mas, o vírus ataca e, numa atitude, apenas uma, uma só, sozinha, escrotiza (com z) tudo e dá aquela surpreendida master mega blaster hiper übber. Daí, tá tudo explicado. Tá infectado essa pessoa.

Pra diagnosticar é o seguinte: quando a pessoa tá in plena, com tudo em cima: boa aparência, bom gosto, bom papo, bons amigos e beijo bom, boom, o vírus ataca. Ela(e) começa a se bastar, se achar a última gota de orvalho do mundo. Tudo se torna perfeito, a começar por ela mesma. Os pássaros cantam na janela e ela escreve na Internet sobre a beleza de tudo isso, por exemplo. E os amigos, ah, os amigos escrevem sobre sanduíche, íche, ixi. Um luxo da vida moderrrrrna. (Adoro isso. Afinal, tô aqui escrevendo sobre o escrotismo). Isso facilita a entrada do vírus (se é que isso vem de fora).

O escrotismo mostra logo uma imperfeição, mas aquela bem escrota, sabe? Porque, claro, é escroto, não poderia ser diferente. E fica pior porque, em meio àquela perfeição toda, uma escrotidão é muito marcante. Não é tirar meleca, por exemplo. Não, isso pode até ser bonitinho para os mais pedo/infanto-românticos . É algo como uma canalhice de caminhoneiro grosseiro. Caminhoneiro não, me desculpe, mas dono de matadouro, frigorífico, açougue. Carne suja e com hormônio. Cervejada com cheiro de carne queimada com altíssimos decibéis de música ruim. Contradições terríveis, surpresas desagradáveis. Coisa que não se espera de certas pessoas. Surpreendente.

O ralo entope. O vírus toma conta e tudo se desintegra. Daí, vem aquela velha máxima: quanto maior, maior é o tombo. Caso sério esse. Nossa! Conheço tanta gente com isso. Credo ! Ainda bem que eu tenho uma puta resistência. Ah, comigo não, melecão. Sai pra lá, urubu, eu tô vivo e cheiroso. Tô friozinho porque tenho a pressão baixa !

TCHAU, CATOTAL !

enviada por Bibion



13/09/2007 14:51

MOÇO, UM SOCO.


Alguém deu um soco no Renan Calheiros? Então, alguém dê um soco no Renan Calheiros !

Ah, isso me lembrou a primeira vez que eu resolvi vender alguma coisa, tinha 8 anos: brigadeiro com suco de uva, em frente ao prédio onde eu morava. Tinha um garotinho, com uns 5 anos, que comprou um monte de brigadeiros e pedia sempre "moço, me dá um soco". HAHAHAHA! Ele queria suco, claro. Eu morria de rir. Engraçadinho, né?

Besitos esquisitos !

enviada por Bibion



03/09/2007 17:52

SOBRE ALGUMA COISA QUE VICIA


Nossa! Fazia um tempão que eu não tinha vontade de escrever, nem aqui, nem em lugar nenhum. Normal. Não sou escritor, não tenho a obrigação de escrever pra sobreviver. Seria ótimo ter essa obrigação (se bem que obrigação, pra mim, só a de beber água, comer e dormir, o resto entra no quesito livre arbítrio). Filosofar, pensar sobre os temas mais variados, ironizar, dramatizar, romancear, satirizar, criticar, acertar e errar, tudo em letras. Tudo para um público-leitor. E olha que público-leitor não é bem qualquer público. São pessoas que têm o hábito de ler e isso, no Brasil, já é algo bem acima da média. Daí, inventaram a internê e, logo, os blogos. Pronto, uma enxurrada de escritores, finalmente, podiam dar o ar da graça sem depender das grandes editoras. Mas, sobreviveriam assim? Tudo indica que muitos conseguiram. Que bom! Os blogueiros sobreviveram e os blogs também. São parceiros, pois um não depende do outro. Um blogueiro pode abandonar um blog e este continuar sendo lido por novos leitores e o mesmo pode acontecer com o blogueiro sem blog, ou seja, vai escrever em outro canto para novas pessoas, talvez. A vida é assim em tudo: nada é insubstituível.

Daí hoje, eu pensei sobre os maratonistas. Como eu acho chato correr. Não vejo a menor graça. Mas eu não vejo a menor graça porque não corro o tanto que eles correm. Quando eu era mais jovem, fui maratonista de natação: nadava, em média, 5 km por dia. Imagine o tanto de azulejo que eu contava. O corpo se acostuma e pede pra entrar naquele ciclo. Esses maratonistas, praticamente, pensam em tudo enquanto correm. Tudo mesmo: no livro que está lendo, no programa de tv chato, na sogra. Os mais bem treinados, os fodões mesmo, pensam até em comida. O corpo vai automaticamente. É tão estranho isso. Imagino sempre que um cara desses vai correr igual o Forest Gump e só vai parar morto ou quando perceber que o corpo não agüenta mais. A mente vicia a gente. O vicio é um sistema atraente, sedutor, confortante e traiçoeiro. Qual vicio é bom? Sinceramente, acho que nenhum.

Vários vícios me fazem feliz. Bem, até quando puder me satisfazer com eles. Depois tudo passa, inclusive a felicidade. Por exemplo: estou viciadíssimo em Paraíso Tropical. Mas, sei que a novela vai acabar dia 28 de setembro, ou seja, tenho menos de um mês para me deliciar com esse vício. Daí vem o Aguinaldo Silva com a próxima novela e, sabe como é, não tem o mesmo charme e empatia que o Gilberto Braga. O lado bom disso tudo é que terei mais tempo pra outra ou outras coisas.

Até vicio de blog tive, mas passou. Meus vícios passam rápido, ainda bem. Até porque sempre tem alguém ou alguma coisa que abre seus olhos para ver que continuar a fazer tal coisa será um atraso de vida e tem uma novidade bem ali à sua espera. Merla, por exemplo, tem o nome perfeito. É uma merda mesmo. Nos idos anos 90, quando eu experimentava e consumia drogas, fumei essa porcaria uma única vez. Em Brasília, adolescente que não tem nada pra fazer, se droga e/ ou bate nos outros na rua. Eu ficava com a primeira opção. Então, senti uma dor de cabeça perturbadora. Além de um gosto terrível na boca. A merla, na época, era uma droga de pobre, muito barata. Só que vicia tão rápido que o preço está altíssimo. Aí, eu penso nas pessoas viciadas nisso. É muita falta de sofisticação, né? É um mal gosto reinante na vida desses seres humanos. Uma droga que tem um nome desses, um efeito desses, nem glamour tem. Nem em filme de Hollywood se vê isso e a pessoa vai se viciar em merla? Putaqueopariu! Enfim, cada qual com o seu cada qual, não é?

Alguns vícios se tornam paixões e continuam. Evoluem e nossa relação com eles amadurece. A relação com tal coisa ou hábito se torna mais carinhosa, menos apaixonada, mais tolerante, menos radical, enfim, coisa boa. É quando borboleta, do verbo borboletar. Quando a coisa borboleta, se torna livre, leve e linda.

Agora, pessoa viciada em merda como merla, não borboleta, bate as botas, é bem diferente. Aliás, viciada em merla e/ ou qualquer tipo de droga. Menos a maconha, que alcançou um status diferenciado, aparentemente, mas que, sinceramente, matou o Bob Marley, pode crer. E aí vem a frase mais impactante dos últimos dias na minha vida: a simplicidade é o que há de mais sofisticado. Leonardo da Vinci (i quattro), queridos! Quer mais? Abalou com todas as estruturas complexas, inclusive a merla que é um substrato da cocaína com não-sei-mais-o-quê e etc e tal. Aliás, tudo que causa mil e um efeitos colaterais ou alucinógenos e tudo mais, é complexo e tá fora da moda e da sofisticação.

Paraíso Tropical é simples e, por isso mesmo, sofisticado. Blogs também. Já o Leonardo da Vinci...

Ciao Bambinos !

enviada por Bibion



31/05/2007 17:57

O TEMPO PASSA, O TEMPO VOA E CONTINUA NUMA BOA?


O Carnaval passou, a Semana Santa, o aniversário de Brasília (Tiradentes também) e o casamento da minha prima e chega o feriado de Corpus Christi. Fazer o quê? Sei lá, tinha até me esquecido desse feriado que quase ninguém entende o porquê dele.

Tô meio lesado, virei a noite trabalhando e não me recuperei.

That's life and it's hard to do(?). Provável frase de God(dess).

Kito, beijos, beijos, beijos !

ADIEU !

enviada por Bibion



21/02/2007 05:46

O Carnaval de Olinda é o melhor de todos e Engel Nat fófa nesse exato momento na TBV (Templo da Boa Vontade?)

Beijo !
enviada por Bibion



21/12/2006 14:55

(LEVEZA)

A Fortinha malha, malha, malha, naquela saga.
E quando acaba a saga, a Fortinha tá sarada.
Ela tá bombada.
Só pensando na sagatiba de mais tarde.
E daí, começa de novo a saga da Fortinha.
Porque a Fortinha vai sair.
As amigas e as colegas, algumas rivais,
Esperam ansiosamente a chegada da Fortinha.
Nas festinhas
Algumas não esperam e se surpreendem sempre.
E aí, durante alguns minutos, Fortinha sente a saga:
“E lá vem a Fortinha !”

A Saga da Fortinha


enviada por Bibion



13/12/2006 18:06

A PORTA QUE NÃO IMPORTA: 7 CHAVES NELA !

Até hoje, último dia 13 do ano, estava com uma chave que abre uma porta que não devo e não quero mais abrir, apesar de poder abri-la. Passar por esta porta é encontrar o passado, um lugar fantasma, com assombrações e nada que possa me despertar o interesse além de uma frívola curiosidade. A casa do efêmero.

Pela manhã, mentalizei lilás e me envolvi nessa energia para me livrar de alguns sentimentos que ainda me restam. Colori e envolvi, também com a mesma cor, àqueles que despertaram tais sentimentos em mim. Tudo está certo, tudo foi bem feito e, ao abrir minha caixa de e-mails, recebo a seguinte mensagem astrológica:
“Este é um momento de depuração muito forte, em que o joio é separado do trigo e, deste modo, você pode renovar sua vida, jogando fora o lixo (físico e mental).”
E o Tarot: “O Julgamento – Reciclando – Momento de avaliar os acontecimentos de forma crítica.” Perfeito !

No momento certo, eu pego a chave e vejo que ela tem um emblema lilás escrito "Land" (a marca, claro). Sincronicidade e amor: receita infalível para a alquimia do sucesso.

Para o lixo foi a chave, para o lugar dela e de tudo o que representa.

As portas que fechei, fechadas estão e deverão continuar para que continue a abrir novas portas e receba as chaves que merecer !

De hoje, quero apenas a lembrança do aniversário da minha muito querida avó, grande amor no meu coração. Obrigado por tudo sempre, Maria Luíza de Mattos Serra !

ADIEU !

enviada por Bibion



04/12/2006 21:07

LUA EM TOURO EM OPOSIÇÃO À MARTE EM ESCORPIÃO: QUE LOUCURA!!!

Sempre é bom consultar os astros. Os astros, as estrelas, as energias vigentes do dia como um todo e em cada um de nós. Bem, o Livro da Lua já havia me avisado sobre essa oposição entre Marte e Lua, ou seja, um momento de extremo nervosismo entre a Lua, quase cheia, no calmo signo de Touro e Marte, no signo que também rege, Escorpião, que aconteceu ontem.

Sábado último, fui à pós-graduação e à noite fui a uma festa legal, com gente legal e tudo mais. Cheguei bebendo Champanha Mumm, com motorista e segurança, encontrei várias pessoas do mundinho e e-mondo (com algumas surpresas, inclusive), beijei uma boca deliciosa e terminei a noite comandando o DJ e dançando Madonna (no meio da pista, claro). Fui embora pela manhã, de ônibus, com sede porque não tinha mais água na festa, já não havia mais festa também, não bebo gelo e me recuso a beber Fanta laranja ou qualquer outro produto Coca-Cola.

Enfim, depois dessa noitada, é chegada a hora do descanso dos justos, mas eu sou incorrigível mesmo. Dormi muito pouco, acordei e passei a tarde escutando minha lista de músicas em MP3 que passaram quase um ano inaudíveis. Iara Amaral de Costa Silva Y Pinto apareceu, dançamos juntos e, como de costume, tudo mudou.

Xavier (o povo quer!) me ligou para irmos a la playa. Na saída de casa, acompanhei uma vizinha de prédio e fomos conversando. Ela foi todo o caminho me falando sobre o filho dela. Cheguei a achar até estranho, mas enfim a vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Nos despedimos e fiquei esperando o ônibus que demorou muito a passar, cheguei na Praia do Futuro já à noite, encontrei Xavier e querendo ir embora. Mas, a Lua estava linda, o Mar incrivelmente gostoso e calmo (apesar da Lua quase cheia) que não resisti e quis dar um mergulho. Xavier, então, sugeriu que eu tomasse um banho nu, porque afinal não havia ninguém na praia e seria ótimo pra eu me limpar de algumas energias recentes e me preparar para a chegada de 2007. E lá fui eu, nu, nadar.

É sempre uma delícia nadar nu, me sinto um peixe, adoro! Eu lá, dando mil cambalhotas na água, ondas na cabeça, nas costas, mergulhos e gritos de “amor para o mundo” e etc, quando de repente, passa por mim um cara nadando meio que desesperado. Quando eu olho pra praia vejo duas coisas: uma pessoa isolada, sentada na areia e um grupinho acenando. Muito próximos, até então, a pessoa e o grupinho. Já não gostei muito da pessoa sentada sozinha, que eu achava ser o Xavier, estar próxima do grupinho, mas fazer o quê? Nadando um pouco mais em direção à areia, continuo vendo o cara nadando que nem louco e o grupinho gritando alguma coisa e uma pessoa que parecia ser o Xavier acenando.

O que eu pensei e não quis que fosse a verdade, era. Quando eu vi que o Xavier estava no meio do grupinho e não era o cara isolado (que já devia ter se juntado ao grupo) e havia uma “platéia” esperando pela minha saída da água, eu fiquei louco. Eles gritaram pra eu chamar o cara e ele, meio enlouquecido, saiu da água. Ele parecia que havia se afogado e eu só perguntava pra ele se estava tudo bem.

Claro que, a essa altura do campeonato, eu já havia percebido tudo: o Xavier achou que eu tinha me afogado. E lá saio eu, nu da água, com um monte de gente falando ao mesmo tempo ao meu redor, um cara saradézimo e gostoso sem fôlego, uma sapatão querendo me bater e o Xavier dizendo que tinha chamado a polícia e ninguém me dava a minha sunga.

Todo esse estresse logo depois de um contato íntimo e maravilhoso com a Natureza, um contraponto incrível. E a coisa ficou mais estranha quando eu vi o grupinho: o herói se chamava Syron (nome de herói japonês), a namorada dele se dividia entre ele e a sapa/caminhoneira nervosíssima que só se acalmava quando dava uns beijos nela e uma outra menina cachaceira. E o Xavier com cara de cu. E, depois de tudo isso, a sapata nervosa ainda queria que o herói japonês fosse atrás da sandália perdida da namorada dele (e dela) e eu, claro, o defendi dizendo que ele tinha ido atrás de mim pra me salvar (o que era bem mais nobre) e que fosse ela atrás da sandália da Cinderela. Aí é que ela ficou puta mesmo comigo, e eu nem tchum...gostei mesmo foi do “meu herói” gostosão.

Uma afta nasceu na boca de Xavier, taurino, e as grosserias se sucederam durante a noite. Já no terminal de ônibus, num ambiente tão taurino como uma lanchonete, eu não conseguia me comunicar com a garçonete/cozinheira/servente. Ela não me dava atenção: tive que repetir três vezes pra ela o que eu queria e, quem me conhece sabe, que eu simplesmente odeio repetir as coisas que digo quando não se faz necessário, mas só por preguiça do ouvinte. Aliás, quem gosta disso? Daí ela serve o Xavier e, depois da terceira vez que faço o pedido, ela me diz que não tem o que eu pedi. Daí eu pedi uma cajuína e ela me vem com um refrigerante de caju medonho. Eu peço a cajuína novamente (“cajuína de verdade”, como eu disse) e não o refrigerante medonho. Por fim, ela sai da lanchonete-lojinha e volta toda sorridente me dizendo:
- É um real!
E eu:
- O quê?
Ela:
- A cajuína.
E eu:
- E eu perguntei?
Ela:
- Valha!
Hahahaha, ficou toda ofendidinha. Ora, me poupe. Depois eu sou grosso com as pessoas? Pelo amor de Deusa, a falta de atenção é uma grosseria de peso.

Fomos para Duda e lá, Duda enlouquecido, deu pinta a noite inteira. Dançou para os vizinhos e foi ótimo. Mas cansei e fui pra casa. Na ida pra casa, conheci um senhor cearense com sotaque franco-português que toma conta dos táxis e dos ônibus que passam em frente ao Hospital Geral e é uma pessoa extremamente erudita e sábia. Figura interessantíssima, muito gentil. Por conta dela, comprarei uma bicicleta.

Enfim, a noite volta para seu curso normal. Uma vontade incontrolável de praticar Yoga toma conta de mim e vou dormir, mais uma vez, à 01 da manhã. Tô com sono !

That’s it. Good luck and I still keep on dancing!


enviada por Bibion



30/11/2006 15:21

Constando e postando:

O texto abaixo já não corresponde à minha realidade. Estou ótemum !

Adios !

enviada por Bibion



08/11/2006 12:06

A BOLA DA VEZ? (escrito em 08/06/2006, mas super atual)

Bom, me condeno ao ostracismo. Cansei do cansaço, cansei de tudo. Não é possível que eu esteja com anemia só porque como folhas e não como carne. Não acho justo. Da mesma forma que eu não acho justo a baixa freqüência sexual à qual me submeto. Sou um cara atraente, bonito e alto. Isso conta. Não acho justo viver tudo o que eu vivi e ganhar o que ganho por mês. Não acho justo tanta coisa a meu respeito. No mundo então, nem falo.

Então, mais uma vez, qual é o propósito disso tudo? Qual é o propósito dos 20 e poucos/muitos anos? Qual é o propósito de malhar e ficar com o nervo ciático todo lascado? Qual o propósito da minha falta de atitude?

Perguntas e mais perguntas e só uma resposta: não foi dessa vez. Nada é dessa vez. Aliás, que vez?

enviada por Bibion



06/11/2006 18:20

Mr.HEIDI

Em meio a vários acontecimentos diferentes desde o último post, os que mais me chamaram a atenção, recentemente, foram: conhecer Diego, uma pessoa incrível, quase um Hermitão do tarô, uma pessoa de coração maravilhoso com a qual pretendo estabelecer uma linda amizade; e a possibilidade ultra-remota de ir para Austrália.

Sempre quando eu penso sobre o futuro, eu penso na Austrália. Além de ser perto do Japão (que é, na prática, o futuro), é um país novo e com população jovem e promissora. Agora, é claro que eu não posso deixar de lado três informações fundamentais:
1ª) a população masculina é maior que a feminina;
2ª) Sidney é conhecida como a segunda capital gay do mundo;
2ª) Heidi Fleiss, pura inspiração, ex-Madame Hollywood, foi a primeira dona de puteiro a lançar ações de sua empresa na bolsa de Sidney e a primeira no mundo a fazer isso em uma bolsa de valores. Pra quem não sabe, Heidi foi protagonista de um dos maiores escândalos envolvendo prostituição em Hollywood. Sua agenda/ caderninho preto valeu milhares de dólares pois continha os telefones pessoais de nomes poderosos da cidadela das grandes produções cinematográficas norte-americanas. Heidi foi presa por sonegação fiscal. Linda, rica e jovem, foi uma empresária do prazer extremamente bem-sucedida e estabeleceu uma nova maneira de administrar o negócio. Todas suas funcionárias, sem exceção, são saudosas dos tempos de Heidi. Até grife de moda íntima e roupas para ginástica ela lançou e fez sucesso.





Ok, não sou e não serei Heidi Fleiss, mas tê-la como uma referência nos aproxima, em tese.

Austrália também será o país dos gays, quando o mundo for dominado por mulheres amazonas e os homens heteros rebeldes habitarem de vez a Rússia e o leste da Eurásia, a Oceania, com seu clima tropical e tudo mais será dominada por nós, gays. E eu estarei velhinho e terei uma escolinha para viadinhos/gaysinhos/homessuaisinhos. HAHAHAHAHAHA!!! E me candidatarei a governador do estado de Victoria, onde está a mansão de Heidi e contarei com o apoio da mesma que terá a maior riqueza para homens heteros do local: mulheres, claro. E irei para debates, porque eu acho tudo debates. E alguém, por favor, avise ao PSDB que candidato à presidência que tenha uma assessoria que se preze não usa a gravata da cor do partido adversário em plenos 4 debates. Assim não dá, assim num p(h)ode !!!

Ah, outra coisa: péeeessima a vitória do Lulalelé bebum. Terrível, mas pessoalmente, talvez me faça bem porque me gerou crise e, em crises, é que se criam as oportunidades. Pelo menos é o que dizem os grandes empreendedores.

Caindo na real um pouco. Bem, muita coisa rolou e continua a rolar sem saber onde parar. Não vejo um abismo à frente, apesar de ter ganho um boneco do Batman do meu pai, que está de braços abertos com um gancho nas costas (tipo chaveiro) e que me diz “se jogue”. Esse é o momento pra me jogar mesmo. Até porque, domingo passado, três caras saltaram de pára-quedas e desceram na barraca de praia bem ao lado da qual eu estava. Acompanhei tudo. Aliás, esporte radical é a cara da Austrália.

Ai ai, Austrália é o que há mesmo !!! Grandes produtoras de filmes pornôs gays e caras sarados também estão lá.

E eu aqui, hoje, segunda-feira, pronto pra sair daqui e encarar uma faxina no meu apê. Deprê !

TCHAU !!!

enviada por Bibion



03/10/2006 14:26

SÓ PRA CONSTAR

Aconteceu o que eu já previa.

Em abril, troquei o número do meu celular. Em junho, o falecido Lord Sauron foi roubado (segundo ele) e levaram o celular com o chip pré-pago dele, daí eu peguei o meu chip antigo e dei pra ele.

Outro dia, há alguns dois meses atrás, estava eu andando na Beira Mar com amigos cancerianos, numa pequena convenção (mas não andamos de ladinho), quando encontro um amigo que não via há algum tempo. Nos falamos rapidamente e só, mas senti algo estranho nele, como se ele quisesse me dizer algo.

Dois dias depois, me encontro, por acaso (?), novamente com esse mesmo amigo e ele me pergunta se eu vendi o meu telefone antigo ou dei pra alguém. Eu disse que ele estava com Lord Sauron (meu ex-namorado) e ele arregalou os olhos.

Daí, claro, assim que ele me perguntou, imaginei que Lord Sauron o havia conhecido na Beira Mar, naquele esquema putaria que lhe peculiar, e deu o telefone pra ele. E foi o que aconteceu.

Resumo da Ópera, Lord Sauron não faz o tipo do meu amigo, ele entrou no táxi comigo e, na frente do motorista, começou a beijar minha boca. Foi ótimo !

Ora, da minha boiada cuido eu.

E fica a pergunta: Lord Sauron não estava namorando?

Ele é incorrigível !!!

enviada por Bibion



29/09/2006 18:26

CASO CAOS ÓTIMO, CAOZOTIMUM

Então tudo está meio caótico e organizado. Como pode isso? É bem aquela velha máxima que todo anarquista adora: "há uma ordem no caos”. Tudo bem, tudo bem, isso é fato, há uma ordem em tudo, inclusive no caos. Então, como se percebe o caos? Como se percebe que está se vivendo num caos? O caos é pessoal? Too many questions, I wasn't open to your sugestions.

Caos pra mim é uma situação que me incomoda ao extremo, por mais “normal” que seja. A Festa da Marmota é uma delas que leva qualquer um como eu a morrer cedo e doente.

Ontem, o caos tomou conta do dia, mas foi ótimo.

A fim de aproveitar a promoção da Oceanair com passagens a R$ 30,00, eu e mais três amigos fomos no carro de um outro amigo para o aeroporto comprar passagens para os mais variados lugares possíveis e fazer um tour gay. O problema era que o carro vazava água, muita água, não segurava uma gota sequer. Quando a gente colocava água no radiador, um chafariz com cachoeira começava a funcionar no motor. Em todo posto que a gente parava (sim, porque tinham as paradas em postos de gasolina pra colocar água) os frentistas arregalavam os olhos, faziam careta, chamavam os colegas, etc e tal. O pior de tudo é que o dono do carro não estava lá.

Uma observação relevante: o caminho pro aeroporto daqui de Fortaleza é super perigoso.

Bem, no meio do caminho, ao ligar pro dono do carro pra contar o que estava acontecendo, ele me informa que não adiantava mais ir pro aeroporto porque a fila estava quilométrica e já haviam distribuído senhas.

Na volta, um dos presentes no carro sugere pra irmos pela Via Expressa, um caminho ermo e perigoso também. Fomos. Daí o carro começa a fazer barulhos mais estranhos e mais altos. Todo mundo tenso. O motorista e o “sugestor” começam a discutir e o carro pára num sinal de trânsito, ao lado de uma favelaça perigosa. Foi o caos. Eu morrendo de rir de tudo. Os quatro fechados no carro, morrende de calor.

Ainda bem que o carro pegou, deixamos o casal e seguimos. Quase chegando em casa, o carro acende todas as luzes do painel que, há anos, não acendiam. Nem a luz dos faróis acendiam até ontem e, de repente, acho que num quase último suspiro do carro, TUDO acendeu. A sorte é que eu havia comprado uma garrafa de água gelada, coloquei no carro e seguimos. Ufa, sufoco!!! Caos !!!

Mas, foi uma diversão. Foi uma adrenalina. Esses eventos nos fazem movimentar um pouco em meio à rotina massacrante.

A noite seguiu com muitos risos, um banho suuuuuuper relaxante com mil cosméticos e tudo mais e Iara Amaral Corrêa de Castro e Silva conversando com todos.

Depois eu posto sobre O Diabo veste Prada.

Beijos caóticos para os protagonistas Fábio Xavier (o povo quer), Elmo Luksso, Thiago Matarazzo e Duda Oliveira Montalvão Hair !!!

CIAO CIAO, GOOD BYE !!!!

enviada por Bibion



26/09/2006 19:28

A DIFERENÇA É A FELICIDADE (E VICE-VERSA)

Eu sou um cara feliz. Meu humor oscila porque sou canceriano, luano e, acima de tudo, humano. Mas sou feliz. Sou tanta coisa boa e tenho tanta coisa boa. Só posso agradecer.
As adversidades da vida, às vezes, são o melhor que ela (a vida) pode me oferecer. É ótimo se deparar com situações inusitadas que me tiram do sério, ou da rotina, ou até a graça. A diferença é o que há de melhor.

Agora, pra alcançar a diferença é preciso chegar ao fim?

O fim é o recomeço, claro. E, hoje, me vejo uma outra pessoa. Há mais ou menos três anos atrás estreava na rede o Naboba. Quando leio os primeiros textos, sinto uma enorme diferença entre quem eu fui e quem sou. Ciclos chegaram ao fim e outros talvez não, mas é importante que todos eles cheguem ao fim para que novos ciclos comecem.

O tempo me disse “Oi, cheguei pra ficar” e eu “Bem vindo!”.

Ontem, iria eu pra sauna, adoro. Fui tirar dinheiro no Dragão do Mar e no caminho, me encontrei com um amigo. Ele insistiu pra que sentássemos num barzinho pra bater um papo. Eu também não tava muito com pressa e aceitei.

O mais legal de toda a conversa foi ele me dizer que eu não preciso de sauna, que eu preciso escutar música e buscar afeto, porque daqui a pouco estarei com 35 anos e já estarei velho.

Bem, primeiro que eu não acho que com 35 anos estarei velho, mas eu entendo perfeitamente o que ele quis dizer. O mundinho gay é hostil (também). Daí eu penso: qual é problema que existe em uma bicha velha? Não que eu me considere uma e nem pretendo me tornar isso, mas não seria preconceito dizer que essas são pessoas infelizes? E os machões velhos pais de família são felizes?

Talvez a grande diferença nisso tudo seja a própria felicidade. O que é felicidade ou não para cada um.

Sim, eu quero afeto, mereço. Sim, eu quero um namorado, um companheiro e que seja amigo, porque não só de sexo vive um relacionamento e isso é fato. Mas isso tudo pode não encher a minha vida de felicidade. O último relacionamento que tive acabou porque já não restava mais nada, nem sexo e essa foi a última coisa que acabou, mas acabou.

Portanto, eu quero a diferença, o inusitado na minha vida, o dia em que a Festa da Marmota não mais será o evento do dia. E vou atrás. Tudo está azul há algum tempo e acho ótimo. O azul acalma e é a cor do horizonte. Projeção em azul e Ação em vermelho. Darei meus próximos passos e chegarei feliz aos 35. Até lá, pra variar um pouco, serão 7 (sete) anos. Esse é número da minha vida.

ADIOS !!!

enviada por Bibion






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